Estudo de caso

Levando um produto B2B complexo para o mobile

Experiência do beneficiário · Pris

Redesenhando uma experiência complexa para quem precisava apenas do essencial

  • Product Design
  • Mobile UX
  • B2B2C
  • Financial Experience
  • Information Architecture

Desktop

Administradoradministra
  • programas
  • outorgas
  • regras
  • processos
Mudança de contexto

Mobile

Beneficiárioacompanha e decide
  • consulta
  • entende
  • acompanha
  • decide
O mesmo produto atendia necessidades muito diferentes. A mudança principal não era de viewport, mas de perspectiva.
Navegação pelo Pris mobile entre carteira, programas, evolução e perfil do beneficiário.
Carteira, programas, evolução e perfil formam uma experiência organizada em torno do beneficiário.

Outro usuário, outras prioridades

O desktop havia crescido em torno da administração. No mobile, o beneficiário se tornou o usuário principal, redefinindo a entrada, a hierarquia e as tarefas prioritárias.

Meu papel

Defini a experiência mobile, reorganizei a arquitetura e a hierarquia das informações e desenhei os fluxos de acesso, carteira, eventos e programas.

O que uma pessoa realmente precisa saber e fazer quando acessa seus planos pelo celular?

A jornada passou a seguir o beneficiário

A sequência partiu da posição atual, avançou para os próximos eventos e chegou aos programas quando havia algo a decidir.

  1. Entrar
  2. Entender a posição atual
  3. Acompanhar próximos eventos
  4. Acessar programas
  5. Agir quando necessário
O escopo mobile ganhou lógica própria. Não era uma cópia reduzida do desktop.

Desktop

O que o sistema permite fazer?

Mobile

O que essa pessoa precisa saber agora?

A carteira virou o ponto de partida

O que eu tenho hoje?

Uma visão resumida dos ativos respondia à necessidade mais imediata do beneficiário: entender a própria posição.

Pris mobile com valor total da carteira, quantidade de ações, acesso aos programas e próximos eventos do beneficiário.
A carteira concentra a posição atual e antecipa eventos que podem exigir atenção.

Próximos eventos anteciparam o que merecia atenção

Depois de entender a posição atual, o beneficiário precisava saber “o que vai acontecer a seguir?”. Os próximos eventos ganharam destaque para antecipar o que merecia atenção.

  1. Posição atual
  2. Próximo evento
  3. Atenção / acompanhamento
O app deixa de funcionar apenas como fotografia da carteira e passa a ajudar o beneficiário a acompanhar acontecimentos futuros.

Programas conectaram informação e ação

  1. Carteira
  2. Próximos eventos
  3. Algo requer atenção
  4. Programa
  5. Aceitar / recusar / agir
A área de Programas reuniu essas informações e permitiu avançar quando uma ação fosse necessária.

Um CTA levava a essa área a partir de pontos relevantes da experiência e sustentava a jornada: perceber → entender → acessar → agir.

A arquitetura separou os dois contextos

Contexto administrativo

Configuração de programas, outorgas, regras e processos complexos.

Beneficiário no mobile

Informação com valor para consultar, acompanhar e decidir.

Carteira, eventos e programas em uma só jornada

  1. Experiência orientada à administraçãoExperiência orientada ao beneficiário
  2. Grande volume de funcionalidadesPriorização de tarefas relevantes
  3. Navegação por áreasCarteira como ponto de entrada
  4. Consulta estáticaAcompanhamento de eventos
  5. InformaçãoInformação + ação quando necessária
A mudança de produto está no foco, na hierarquia e na distância entre acompanhar e agir.

A carteira tornou-se a entrada para acompanhar eventos e avançar aos programas quando uma ação fosse necessária.

Fluxo do Pris mobile da carteira para Programas, com propostas aguardando resposta e confirmação de aceite.
O CTA conecta a posição atual aos programas que aguardam uma decisão do beneficiário.